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Jornal do Nativismo
Hoje é sábado, 04 de fevereiro de 2012


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Sucesso dos pajadores em Bento Gonçalves

cd O Encontro dos Pajadores Latino-americanos aconteceu com sucesso no dia 29 de janeiro no Teatro da Casa das Artes, em Bento Gonçalves (RS-Brasil).

O evento, apresentado por Omair Trindade, abriu com uma atuação musical de Xiruzinho (Darlan Bettanin) e do guitarreiro Luiz De Los Santos. Ainda sob os aplausos do excelente público, Arabi Rodrigues ingressou no palco e fez um improviso solo e na sequência aconteceram os contrapontos entre Adão Bernardes e José Estivalet, e Paulo de Freitas Mendonça e Jadir Oliveira, ambas duplas bem aplaudidas décima a décima. Em seguida veio a pajada internacional, tendo Pedro Junior da Fontoura, pelo Brasil, Cacho Artigas pelo Uruguai, Jorge Cespedes Romero - el Manguera, pelo Chile e Juan Alberto Lalanne, pela Argentina.

Apesar da diferença de idiomas, três pajadores em espanhol e um em português, a pajada foi extremamente aplaudida a cada estrofe numa verdadeira integração latino-americana.

Após estas exitosas pajadas, a partir de temas sugeridos pelo público, retornaram todos os pajadores ao palco para mais uma rodada de versos improvisados sobre os temas indicados pela plateia. Começaram com um tema para cada estrofe e encerraram com quatro temos para cada décima, culminando com momentos de grande emoção.

O Encontro de Pajadores Latino-americanos prestou importante homenagem a Jayme Caetano Braun, pelos 88 anos de seu nascimento – 30 de janeiro – data consagrada por lei no Rio Grande do Sul como o Dia do Pajador Gaúcho.

Esta edição do Encontro contou com a realização da Fundação Casa das Artes, Biblioteca Pública Castro Alves e Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves, com o apoio da Rede Dall’Onder de Hotéis e CTG Laço Velho.

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Fotos: Gustavo Bottega/FCA


 

 


 

Encontro de pajadores Latino-americanos

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O Encontro de Pajadores, em comemoração ao Dia do Pajador Gaúcho, acontecerá novamente em Bento Gonçalves em 2012. Desde antes da oficialização da data, o evento aconteceu em Porto Alegre por 10 anos. A partir de 2010 os organizadores entenderam que era o momento de levar ao interior do Estado o mais expressivo espetáculo de pajadas do Rio Grande do Sul. O município de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, foi o primeiro a sediar o evento, após a capital rio-grandense. Devido ao grande sucesso do evento, ficou acordado que Bento Gonçalves seguirá sediando o evento, que neste ano acontecerá no Anfiteatro da Fundação Casa das Artes, no dia 29 de janeiro, a partir das 20h. A grande novidade desta edição é a participação dos pajadores estrangeiros: Juan Alberto Lalanne da Argentina, Jorge Cespedes Romero "Manguera" do Chile e Cacho Artigas do Uruguai.


Os pajadores brasileiros mais conceituados do momento completam o elenco. Pedro Júnior da Fontoura, Arabi Rodrigues, Adão Bernardes, José Estivalet, Renato Kruel, Jadir Oliveira e Paulo de Freitas Mendonça, vão contar com a guitarra de Xiruzinho.

A data é consagrada por lei como o Dia do Pajador Gaúcho, em homenagem ao nascimento de Jayme Caetano Braun - 30 de janeiro -, há 88 anos, porém o espetáculo acontece a partir das 20h do dia 29 de janeiro, .

Além da enxurrada de versos de improviso com temas sugeridos pela platéia, o encontro vai contar com o show de abertura de Xiruzinho, que desfilará temas próprios e clássicos do nativismo.

Esta edição do Encontro é uma realização da Fundação Casa das Artes e Biblioteca Pública Castro Alves e Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves, com o apoio da Rede Dall’Onder de Hotéis e CTG Laço Velho.

ENTRADA FRANCA.

Quem é o Pajador?

Pajador é o repentista que canta seus versos de improviso (pajada) com o acompanhamento de violão, normalmente em milonga. No sul do Brasil, o pajador improvisa em Décima Espinela (ABBAACCDDC) no estilo recitado com um músico de apoio.

Pajador quer dizer repentista. A origem da palavra não tem uma definição convencionada e não é espanhola, nem portuguesa. Inexiste nos dicionários clássicos de qualquer idioma, apenas nos vocabulários regionais dos países do sul da América. Há algumas hipóteses quanto a origem da palavra. Alguns autores afirmam que venha de “payo” nome do primitivo habitante de Castilla, outros que seria de “pago” ou “pagueador” e outros que tenha se originado na palavra “palla”, nome dado pelos Quichuas aos grupos de índios reunidos às praças a cantar. Contudo ninguém sabe ao certo.

A grafia da palavra em espanhol é Payador e em português, Pajador, porém sua pronúncia é a mesma: PAJADOR.

O pajador foi o andejo ou gaudério que surgiu na origem do gaúcho, do gaucho e do huaso. Cruzava os campos em busca de lonjuras, quando o sul da América tinha suas fronteiras imprecisas. Até que provem o contrário, pode-se afirmar que ele esteve em terras, hoje brasileiras, do mesmo jeito e no mesmo período que em uruguaias, argentinas e chilenas.

Os pajadores brasileiros consagram Jayme Caetano Braun como referencial e, em virtude disso, o Dia do Pajador Gaúcho, 30 de janeiro, é a data de nascimento de Braun.


Sucesso da Invernada da Poesia Crioula

A Invernada da Poesia Crioula, produzida pela Produtora Cultural Jorgina Jandira de Moraes, com apoio da Prefeitura Municipal de Fazenda Vila Nova e Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul, superou as expectativas em sua primeira edição. Apesar do curto tempo entre a aprovação do projeto e a data de realização o festival de poemas, 21/01/2012, oteve pleno sucesso de público e de concorrentes, tendo apresentado excelente nível de obras de autorias de poetas consagrados e a interpretação de grandes declamadores e amadrinhadores.

Vencedores na categoria Poema:

1º lugar: O Que Procuro de Carlos Omar Vilela Gomes na interpretação de Fabricio Vargas

- Troféu + R$ 1000,00 (mil reais)

2º lugar: Sem Perdão de Cristiano Ferreira Pereira na interpretação de Cristiano Ferreira Pereira

- Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais)

3º lugar: Más Línguas de Pedro Júnior da Fontoura na interpretação de Vinicius Nardi

- Troféu + R$ 600,00 (seiscentos reais)

Vencedores na categoria Intérprete (Declamador)

1º lugar: Vinicius Nardi em Más Línguas de Pedro Junior da Fontoura

- Troféu + R$ 1000,00 (mil reais)

2º lugar: Neiton Perufo em Soneto de uma Morte Pérfida de Maximiliano Alves de Moraes

- Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais)

3º lugar: Ariel Pereira em Pranto e Pó de Carlos Omar Vilela Gomes

- Troféu + R$ 600,00 (seiscentos reais)

Vencedores na categoria Amadrinhador

1º lugar: Luciano Salerno e João Batista em Opúsculo de Luciano Salerno

- Troféu + R$ 1000,00 (mil reais)

2º lugar: Geraldo Trindade em O Que Procuro de Carlos Omar Vilela Gomes

- Troféu + R$ 800,00 (oitocentos reais)

3º lugar: Vinicius Freitas em Soneto de uma Morte Pérfida de Maximiliano Alves de Moraes

- Troféu + R$ 600,00 (seiscentos reais)




 

 

Sucesso absoluto no Encontro de Repentismo de Marau

 

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Improvisadores de diversas cidades do Rio Grande do Sul construiram o suecesso do evento de repentismo de Marau

O 1º Encontro de Repentismo de Marau, realizado nos dias 16, 17 e 18 de dezembro de 2011, na Praça Dr. Eupídio Fialho, foi sucesso absoluto de público e de participantes.
Sob a produção cultural de Jandira Moraes e promoção da Prefeitura Municipal de Marau, com Financiamento Pró-Cultura RS - Secretaria de Cultura - Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o evento contou com coordenação técnica de José Estivalet e a apresentação de Orlei Caramês. Houve também o aplaudido espetáculo do cantor Elton Saldanha e grupo.
A nominata dos premiados ratifica a abrangência geográfica adquirida pelo encontro em sua primeira edição e confirma a qualidade de versos produzidos ao calor do repente gaúcho, sob a emoção e o aplauso do público de aproximadamente 2500 pessoas por dia.
João Barros, vencedor da trova campeira, foi também o campeão dos campeões.
(veja a premiação completa)

Pajada
1º lugar: Vanderlei Rosa (Troféu + 2.500,00)
2º lugar: Leoncio Amaral (Troféu + 1.500,00)
3º lugar: Jadir Oliveira Filho (Troféu + 1.000,00)

Trova Campeira (Mi Maior de Gavetão)
1º lugar: João Barros (Troféu + 2.500,00)
2º lugar: Celso Oliveira (Troféu + 1.500,00)
3º lugar: Milton Pinheiro (Troféu + 1.000,00)

Trova de Martelo
1º lugar: Miguelzinho (Troféu + 2.500,00)
2º lugar: Macedinho (Troféu + 1.500,00)
3º lugar: João Freitas (Troféu + 1.000,00)

Trova Estilo Gildo de Freitas
1º lugar: Jadir Oliveira (Troféu + 2.500,00)
2º lugar: Luizinho Araujo (Troféu + 1.500,00)
3º lugar: Adão Bernardes (Troféu + 1.000,00)

Campeão dos Campeões:
Vencedor: João Barros (Troféu + 3.000,00)


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Vencedores do Festival do Cooperativismo

O 5º Rio Grande Canta o Cooperativismo realizou a final com grande festa em Tapera, na sede da Associação dos Funcionários da Cotrisoja (Afuco).
Foram apresentadas 12 obras, selecionadas em três eliminatórias em Pinhal, Bento Gonçalves e São José do Ouro. Quatro concorrentes foram escolhidas em cada uma delas: três pelos jurados e uma pelo público.

Vencedores da 5ª edição do Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo:
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1º lugar: premiação de R$ 8.000,00 e troféu
O Ideal da Parceria
Ritmo: Milonga/toada
Letra: Rodrigo Bauer
Melodia: Mário Barbabá Dornelles e Vantuir Cáceres
Intérprete: João de Almeida Neto
Representando a Cooperativa Sicredi União

2º lugar: premiação de R$ 7.000,00 e troféu
Um novo tempo
Ritmo: Canção
Letra: Luciano Lopes Ferrera
Melodia: Piero Ereno
Intérprete: Jorge Freitas
Representando a Cooperativa Cotribá

3º lugar: premiação de R$ 6.000,00 e troféu
A grande força
Ritmo: Vaneira/moda de viola
Letra e melodia: Érlon Péricles e Cristiano Quevedo
Intérpretes: Érlon Péricles e Maninho Pinheiro
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Camaquã

Música mais popular (escolha do público): premiação de R$ 4.000,00 e troféu
Fibra guerreira
Ritmo: Chacarera
Letra: Claudionir Araújo Bastos
Melodia: Vane Vieira e Maurício Soares
Intérprete: João Quintana e Grupo Parceria
Representando a Cooperativa Sicredi Itaquiense

Melhor instrumentista: premiação de R$ 4.000,00 e troféu
Elias Resende, acordeonista em “Força Sulina”

Melhor intérprete: premiação de R$ 4.000.00 e troféu
João de Almeida Neto, em “O ideal da parceria”

Melhor letra: premiação de R$ 4.000.00 e troféu
Rodrigo Bauer, em “O ideal da parceria”

Melhor melodia: premiação de R$ 4.000,00 e troféu
Piero Ereno, em “Um novo tempo”

Melhor arranjo: premiação de R$ 4.000,00 e troféu
Luiz Carlos Ranoff, em “Força Sulina”

 

 


Vencedores do Canto Sem Fronteiras

cd1º Lugar - Quando a milonga for embora (letra: Marcondes Chagas e Adair de Freitas /Música: Adair de Freitas).

Música mais popular - Tengo 7 caballos (letra: Gilberto Porto Lamaison / Música: Gabriel Lucas dos Santos)

Melhor intérprete - Deise Veiga (foto) (composição: Se não fosse sonho - Letra: Vaine Darde / Música: sabani Felipe de Souza)

Melhor letra - Se não fosse sonho

Melhor melodia - A estrada e mais nada (Giordan Gomes)

Melhor arranjo - A estrada e mais nada (Fábio Peralta)

Melhor instrumentista - Éverson Maré ( pela composição Repontando Sonhos)

 

 

 

 

 


 

 

 

Morre José Cláudio Machado

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O Cantor e compositor José Cláudio Machado falece hoje, dia 12 de dezembro de 2011, aos 63 anos no Hospital Mãe de Deus em Porto Alegre de insuficiencia renal e infecção pulmonar.

Natural de Tapes, José Claudio Machado é uma das maiores referências dos cantores campeiros do Rio Grande do Sul, comparado a Noel Guarany e Cenair Maicá, entre poucos outros. O que muitos não sabem que José Claúdio Machado foi excelente músico.Tocava acordeon, violão, bombo e charango. Também foi expressivo compositor, tendo sido vencedor da segunda Califórnia entre outras importantes premiações posteriores nos festivais do Estado.

O velório acontece na Câmara de Vereadores de Guaíba, cidade onde morou a maior parte de sua vida. O enterro está previsto para as 11h de terça-feira, dia 13 de dezembro no cemitério municipal de Guaíba.

 

 

 

 


 

Marau cria evento de trova e pajada

Encontro de Repentismo de Marau oferece a melhor premiação do gênero em todos os tempos no Estado. São 23 mil em quatro estilos de improvisação.

A cidade de Marau cria o 1º Encontro de Repentismo, envolvendo pajada e três estilos de trovas, Campeiro (Mi-Maior de Gavetão), Gildo de Freitas e Martelo. O evento oferece a maior premiação de todos os tempos no Rio Grande do Sul, R$ 2,5 mil reais, 1,5 mil reais e 1 mil reais para primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente em cada modalidade. Além disso, para o campeão dos campeões, há premiação de R$ 3 mil reais.
O evento vai acontecer nos dias 16, 17 e 18 de dezembro de 2011, na Praça Dr. Eupídio Fialho na cidade de Marau, que fica na Região da Produção, a 269 Km de Porto Alegre, 20Km de Passo Fundo e 169 KM de Caxias do Sul.
Sob a produção cultural de Jandira Moraes e promoção da Prefeitura Municipal de Marau, com Financiamento Pró-Cultura RS - Secretaria de Cultura - Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o evento conta com assessoria de pessoas de largo conhecimento em realizações do gênero.
O período de inscrições para o 1º Encontro de Repentismo de Marau encerra dia 17 de dezembro de 2011.
Veja o regulamento em http://www.nativismo.com.br/regulamentos.php
Maiores informações com José Estivalet pelo telefone 51 - 9669 4781


"Este projeto é financiado pelo PRÓ-CULTURA/RS,
Lei n.º 13.490/10, através do ICMS que você paga."


Serviço:
O que: 1º Encontro de Repentismo de Marau
Quando: 16, 17 e 18 de dezembro de 2011
Onde: Praça Dr. Eupídio Fialho, na cidade de Marau
Produção Cultural: Jandira Moraes
Promoção: Prefeitura Municipal de Marau
Financiamento: Pró-Cultura RS - Secretaria de Cultura - Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Informações: José Estivalet - 51 - 9669 4781


9º CANTO SEM FRONTEIRA

A comissão avaliadora da nona edição do festival Canto Sem Fronteira, formada por Jaime Brum Carlos, Jorge Abott e Armando Carreta selecionou as seguintes composições para participarem do festival que ocorre dias 16 e 17 de novembro em Bagé. Foram mais de quatrocentas músicas de todo o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além de inscrições do Uruguai e Argentina, as quais a comissão organizadora do Canto Sem Fronteira agradece a participação.
A comissão organizadora decidiu por bem classificar treze composições ao invés de doze como se havia divulgado, uma vez que foi extinto o prêmio para a música tema de Bagé.
Confira as composições classificadas para a nona edição do festival:

1. A LIÇÃO
(Santana do Livramento)
Letra e música: Volmir Coelho

2. BEIRANDO O FOGO
(Bagé)
Letra: Rodrigo Teixeira Garcia
Música: Caine Teixeira Garcia

3. FLOR DA NOITE
(Santana do Livramento)
Letra: Leonardo Borges
Música: Marcelo Holmos e André Kovalick

4. REPONTANDO SONHOS
(São Lourenço do Sul e Pelotas)
Letra: Adão Quevedo
Música: Robledo Martins

5. TIENGO SIETE CABALLOS
(Passo Fundo)
Letra: Gilberto Porto Lamaison
Música: Gabriel Lucas dos Santos

6. MEMORIAL DE CAMPO
(Jaguarão)
Letra: Martim César
Música: Alessandro Gonçalves

7. SE NÃO FOSSE SONHO
(Cruz Alta e Capão da Canoa)
Letra: Vaine Darde
Música: Sabani Felipe de Souza

8. NA VOLTA DO FOGO
(Porto Alegre)
Letra: João Estimamílio Santos
Música: André Gonçalves e João Estimamílio

9. MAROCA
(Bagé)
Letra: Carlos Machado
Música: Carlos Machado e Fabio Peralta

10. QUANDO A MILONGA FOR EMBORA
(Santana do Livramento)
Letra: Marcondes Chagas e Adair de Freitas
Música: Adair de Freitas

11. ALÉM DE NÓS...
(Cruz Alta)
Letra: Jorge Nicola Prado
Música: Marcelinho de Carvalho e Alexandre Scherer

12. A ESTRADA E MAIS NADA
(Arroio Grande e Pelotas)
Letra: Sidney Bretanha
Música: Giordan Gomes

13. ZÉ QUILERO
(Bagé)
Letra: Luiz Godinho e Bruno Jardim
Música: Zulmar Benitez


 

FINALÍSSIMA DE O RIO GRANDE CANTA O COOPERATIVISMO

Chegou o momento da finalíssima do 5º Festival O RIO GRANDE CANTA O COOPERATIVISMO, dia 09/12 às 20h30 na Afuco - Assoc. dos Funcionários da Cotrisoja - Rua Prof. Joaquim, s/nº Bairro América, em Tapera. O show de encerramento será com OS FAGUNDES.
Confira a ordem de apresentação das músicas concorrentes à premiação máxima.

1º A GRANDE FORÇA

Ritmo: Vaneira/moda de viola
Letra e melodia: Érlon Péricles e Cristiano Quevedo
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Camaquã
Intérpretes: Érlon Péricles e Maninho Pinheiro

2º UNIÃO É COISA NOSSA
Ritmo: Canção
Letra: Rafael R. Cardozo e Gerson S. de Souza
Melodia: Rafael R. Cardozo e Cláudio A. Scheffer
Representando a Cooperativa Sicredi União Metropolitana
Intérprete: Loni Seiva

3º QUE FORÇA É ESSA
Ritmo: Canção
Letra: José Antônio Moraes
Melodia: João Bosco Ayala Rodriguez e Nilton Jr.
Representando a Cooperativa Sicredi Centro Leste
Intérpretes: Robledo Martins, Jean Kirchoff, Adriano Sperandir e Nilton Jr.

4º DEFENDENDO ESTA BANDEIRA
Ritmo: Milonga
Letra: João Antunes e João Ribeiro
Melodia: Ademar Garcia
Representando a Cooperativa Coopatrigo
Intérprete: Diniz Soares

5º FORÇA SULINA
Ritmo: Galopa
Letra: Máximo Fortes e Luiz Carlos Ranoff
Melodia: Luiz Carlos Ranoff
Representando a Cooperativa Sicredi Região Centro
Intérprete: Mariane Acordi

6º UM NOVO FIM
Ritmo: Rock
Letra: Jean Kirchoff
Melodia: Piero Ereno
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Soturno
Intérpretes: Felipe Mello e Analise Severo

7º DE MÃOS DADAS
Ritmo: Canção
Letra: Rômulo Chaves
Melodia: Robledo Martins
Representando a Cooperativa Sicredi Grande Palmeira
Intérprete: Nilton Ferreira

8º A GRANDE COOPERATIVA
Ritmo: Chamarra
Letra: Rodrigo Bauer
Melodia: Digo Oliveira
Representando a Cooperativa Sicredi Região Centro
Intérprete: Adams Cézar

9º QUEM COOPERA AMIGO É
Ritmo: Samba
Letra e melodia: Maninho Pinheiro
Representando a Cooperativa Cesma
Intérpretes: Caio Martinez e Gisele Guimarães

10º O IDEAL DA PARCERIA
Ritmo: Milonga/toada
Letra: Rodrigo Bauer
Melodia: Mário Barbabá Dornelles e Vantuir Caceres
Representando a Cooperativa Sicredi União
Intérprete: João de Almeida Neto

11º UM NOVO TEMPO
Ritmo: Canção
Letra: Luciano Lopes Ferrera
Melodia: Piero Ereno
Representando a Cooperativa Cotribá
Intérprete: Jorge Freitas

12º FIBRA GUERREIRA
Ritmo: Chacarera
Letra: Claudionir Araújo Bastos
Melodia: Vane Vieira e Maurício Soares
Representando a Cooperativa Sicredi Itaquiense
Intérprete: João Quintana e Grupo Parceria


 

 

 


 


 

 


 


 


 


 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quem é Paulo de Freitas Mendonça?

É Pajador, poeta, compositor, radialista, apresentador, jornalista formado pela Unisinos e diretor do Jornal do Nativismo.

Publicou dois livros de poemas, Nativismo e Alma e Canto de Pampa e Paz. Possui textos poéticos e de pesquisa em obras no Brasil e no exterior: Gracias Cri Cri (México), Te amo Payador (Uruguai), Na Ponta do Verso – Poesia de Improviso do Brasil (Rio de Janeiro), Poetas Brasileiros de Hoje (Rio de Janeiro), Autores Brasileiros de Hoje (Rio de Janeiro), Antologia das Cidades Brasileiras (Rio de Janeiro), Ronda do Carijo (Porto Alegre), Ronda da Tradição (Porto Alegre), Aparte da Estância da Poesia Crioula (Porto Alegre), Poesias do Rodeio (Vacaria), Coletânea da Poesia Gaúcha (Porto Alegre), Antologia da Casa do Poeta de São Pedro do Sul (2008, 2009 e 2010), Poesia em Prosa e Poema (Porto Alegre), entre outros.

Possui cinco CDs de pajadas lançados: Pajadas e Poesias, Pajadores Sem Fronteiras, Pajadores do Brasil, Pajadores de Três Pátrias, Tributo a Jayme Caetano Braun. Está lançando o livro com CD anexo, ambos em português e espanhol, denominado Pajador do Brasil - Estudo Sobre a Poesia Oral Improvisada.

Realiza participações especiais em discos de Antônio Tarragó Ros, Juan Alberto Lalanne e Emanuel Gabotto (Argentina), Fernando Hernandez Mor e José Curbelo (Uruguai), Cantos de La Pátria Grande (Brasil e Uruguai), Os Mateadores, Jadir Oliveira, Alma de Campo, (Brasil).

Tem realizado palestras sobre poesia oral improvisada em diversos países, a exemplo da Universidade Federal de Caracas - Venezuela, Universidade Federal de Buenos Aires - Argentina, Faculdade de Letras da Universidade Federal de São Paulo, Ipa – Porto Alegre, Biblioteca Nacional do Uruguai – Montevideu, Biblioteca Municipal de Nueve de Julio – Argentina, Centro de Eventos de Villanueva de Tápia – Espanha, UNISINOS – São Leopoldo, Faculdade de Tecnologia – Bento Gonçalves, Feira do Livro de Porto Alegre, Feira do Livro de Bento Gonçalves, Feira do Livro de São Pedro do Sul, Casa do Poeta Santamariense – Santa Maria, Porto Poesia – Porto Alegre, MTG – Porto Alegre, Congresso Estadual de Professores – Viamão, entre outros locais expressivos.

Na condição de pajador tem representado o Brasil em importantes eventos internacionais: Semana Criolla del Prado – Montevidéu (10 anos consecutivos), Encuentro de Payadores Uruguayos - Montevideu (06 anos consecutivos), Festival Internacional de Cante Poetas – Villanueva de Tápia – Espanha, Festa de São Carlos - Angra do Heroismo – Açores – Portugal, Encuentro Internacional de Payadores de Casablanca – Chile, Fiesta Nacional de la Guitarra – Dolores – Argentina, Encuentro Internacional de la Décima y de la Poeisa Oral Improvisada – Caracas - Venezuela, Encuentro Internacional de la Décima y poesia Improvisada - Tandil – Argentina, 29º Encuentro Nacional Santosvegano de Payadores – San Clemente de Tuyu – Argentina, Encuentro de Payadores en la Fiera de Mataderos – Buenos Aires – Argentina, Encuentro Intenacional de Payadores de San José – Uruguai, Encuentro Internacional de Nueva Helvecia – Uruguai, Festival Internacional de Contrapunto – Trinidad – Uruguai, Juglares del Mundo – Porto Alegre e São Paulo no Brasil, Nueve de Julio, Chascomus e Saladillo, na Argentina e Vicar na Espanha, Centenário de Nascimento de Atahualpa Yupanqui – Biblioteca Nacional de Buenos Aires – Argentina, Encuentro Internacional de Payadores – Tres Arroyos – Argentina, Encuentro Internacional de Payadores – Benito Juarez – Argentina, Festival Intenacional de Contrapuntos – Montevidéu – Uruguai, Rota da Pajada – Porto Rico, Uruguai, Argentina e Brasil, além de outros tantos no seu país.

Já improvisou com brasileiros, argentinos, uruguaios, chilenos, espanhóis, porto-riquenhos, panamenhos, mexicanos, canários, cubanos, italianos, norte-americanos, venezuelanos, galegos, bascos e açorianos, entre outros.

É Membro da Estância da Poesia Crioula, da Casa do poeta de São pedro do Sul, representante brasileiro no Comitê Internacional da Poesia Oral Improvisada (com sede em Cuba), idealizador e primeiro presidente da APADEG – Associação dos Pajadores e Declamadores Gaúchos, participou do Ronda – Grupo de Estudos da Cultura Gaúcha e foi secretário da Associação de Trovadores Luiz Muller, da qual é sócio honorário.

É homenageado em vida pela Pajada Gaúcha da Feitoria, em São Leopoldo, com o Troféu Paulo de Freitas Mendonça, para o primeiro lugar do festival.

Foi distinguido pela União Brasileira de Trovadores com a medalha Jayme Caetano Braun, pela Casa do Poeta Rio-grandense com a Medalha Jayme Caetano Braun, pelo Piquete 38 da Polícia Federal com o Troféu 15 anos, pela Apadeg com a Medalha Aureliano de Figueiredo Pinto, pela Associação Estampa y Memórias da Argentina com o Troféu “Condor de Fuego” (único brasileiro homenageado em todos os tempos), pela municipalidade de Sapucaia do Sul, no dia do repentismo, pela Comissão Gaúcha e Comissão Nacional do Folclore como “Amigo do Folclore”, pela Assembleia Legislativa como Pajador do Ano de 2010.

Possui obras de sua autoria premiadas em importantes festivais como Califórnia, Grito do Nativismo, Coxilha,Reonte, Festival da Música Crioula de Santiago, Chamamento do Pampa, Ronco do Bugio, Guyanuba e Cirio, entre outros.

Assina autorias em discos de José Claúdio Machado, Wilson Paim, Délcio Tavares, Cristiano Quevedo, Os Araganos, Cheiro de Galpão, Alma de Campo, Sul Tchê, Cantos de La Pátria Grande, Valther Moraes, João Luiz Corrêa, Antonio Tarragó Ros, José Curbelo, Juan Alberto Lalanne, Emanuel Gabotto, Fernando Hernandez Mor, Querência, os Mateadores, entre outros.

Possui expressiva atução como radialista: Atuou na Rádio Liberdade FM, Rádio Gaúcha AM, Rádio Rural AM, entre outras emissoras em diversos estados brasileiros.

Como mestre de cerimônias tem apresentado os mais importantes festivais do Rio Grande do Sul, além de eventos na Argentina, a exemplo do Festival Internacional do Chamamé, de Corrientes.

Paulo de Freitas Mendonça é um integrador da cultura sem fronteiras, participa de um grupo de pesquisadores da poesia oral improvisada de quinze países e procura sempre aproximar os pajadores gaúchos dos improvisadores das demais nações onde o verso improvisado é vigente.

Seu conceito internacional transcende as margens do gauchismo como definem alguns depoimentos sobre ele em seu livro Pajador do Brasil - Estudo Sobre a Poesia Oral Improvisada.

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