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Paulo de Freitas Mendonça
Paulo de Freitas Mendonça
Natural de São Pedro do Sul.
Data de nascimento: 08/10/1957.
Mudou-se para Porto Alegre em 20 de novembro de 1976.
Pajador, poeta, compositor, radialista, apresentador, jornalista
formado pela Unisinos e diretor do Jornal do Nativismo.
Publicou dois livros de poemas, Nativismo e Alma e Canto de
Pampa e Paz. Possui textos poéticos e de pesquisa em obras no
Brasil e no exterior: Gracias Cri Cri (México), Te amo Payador
(Uruguai), Na Ponta do Verso – Poesia de Improviso do Brasil
(Rio de Janeiro), Poetas Brasileiros de Hoje (Rio de Janeiro),
Autores Brasileiros de Hoje (Rio de Janeiro), Antologia das
Cidades Brasileiras (Rio de Janeiro), Ronda do Carijo (Porto
Alegre), Ronda da Tradição (Porto Alegre), Aparte da Estância
da Poesia Crioula (Porto Alegre), Poesias do Rodeio (Vacaria),
Coletânea da Poesia Gaúcha (Porto Alegre), Antologia da Casa
do Poeta de São Pedro do Sul (2008, 2009 e 2010), Poesia em
Prosa e Poema (Porto Alegre), entre outros.
Possui cinco CDs de pajadas lançados: Pajadas e Poesias, Pajadores
Sem Fronteiras, Pajadores do Brasil, Pajadores de Três Pátrias,
Tributo a Jayme Caetano Braun. Está lançando o livro com CD
anexo, ambos em português e espanhol, denominado Pajador do
Brasil - Estudo Sobre a Poesia Oral Improvisada.
Realiza participações especiais em discos de Antônio Tarragó
Ros, Juan Alberto Lalanne e Emanuel Gabotto (Argentina), Fernando
Hernandez Mor e José Curbelo (Uruguai), Cantos de La Pátria
Grande (Brasil e Uruguai), Os Mateadores, Jadir Oliveira, Alma
de Campo, (Brasil).
Tem realizado palestras sobre poesia oral improvisada em diversos
países, a exemplo da Universidade Federal de Caracas - Venezuela,
Universidade Federal de Buenos Aires - Argentina, Faculdade
de Letras da Universidade Federal de São Paulo, Ipa – Porto
Alegre, Biblioteca Nacional do Uruguai – Montevideu, Biblioteca
Municipal de Nueve de Julio – Argentina, Centro de Eventos de
Villanueva de Tápia – Espanha, UNISINOS – São Leopoldo, Faculdade
de Tecnologia – Bento Gonçalves, Feira do Livro de Porto Alegre,
Feira do Livro de Bento Gonçalves, Feira do Livro de São Pedro
do Sul, Casa do Poeta Santamariense – Santa Maria, Porto Poesia
– Porto Alegre, MTG – Porto Alegre, Congresso Estadual de Professores
– Viamão, entre outros locais expressivos.
Na condição de pajador tem representado o Brasil em importantes
eventos internacionais: Semana Criolla del Prado – Montevidéu
(10 anos consecutivos), Encuentro de Payadores Uruguayos - Montevideu
(06 anos consecutivos), Festival Internacional de Cante Poetas
– Villanueva de Tápia – Espanha, Festa de São Carlos - Angra
do Heroismo – Açores – Portugal, Encuentro Internacional de
Payadores de Casablanca – Chile, Fiesta Nacional de la Guitarra
– Dolores – Argentina, Encuentro Internacional de la Décima
y de la Poeisa Oral Improvisada – Caracas - Venezuela, Encuentro
Internacional de la Décima y poesia Improvisada - Tandil – Argentina,
29º Encuentro Nacional Santosvegano de Payadores – San Clemente
de Tuyu – Argentina, Encuentro de Payadores en la Fiera de Mataderos
– Buenos Aires – Argentina, Encuentro Intenacional de Payadores
de San José – Uruguai, Encuentro Internacional de Nueva Helvecia
– Uruguai, Festival Internacional de Contrapunto – Trinidad
– Uruguai, Juglares del Mundo – Porto Alegre e São Paulo no
Brasil, Nueve de Julio, Chascomus e Saladillo, na Argentina
e Vicar na Espanha, Centenário de Nascimento de Atahualpa Yupanqui
– Biblioteca Nacional de Buenos Aires – Argentina, Encuentro
Internacional de Payadores – Tres Arroyos – Argentina, Encuentro
Internacional de Payadores – Benito Juarez – Argentina, Festival
Intenacional de Contrapuntos – Montevidéu – Uruguai, Rota da
Pajada – Porto Rico, Uruguai, Argentina e Brasil, além de outros
tantos no seu país.
Já improvisou com brasileiros, argentinos, uruguaios, chilenos,
espanhóis, porto-riquenhos, panamenhos, mexicanos, canários,
cubanos, italianos, norte-americanos, venezuelanos, galegos,
bascos e açorianos, entre outros.
É Membro da Estância da Poesia Crioula
Representante brasileiro no Comitê Internacional da Poesia Oral
Improvisada (com sede em Cuba).
Idealizador e primeiro presidente da APADEG – Associação dos
Pajadores e Declamadores Gaúchos.
Foi vice-presidente da ACOFEM – Associação das Comissões Organizadoras
de Festivais de Música do Rio Grande do Sul.
Participou do Ronda – Grupo de Estudos da Cultura Gaúcha.
Foi secretário da Associação de Trovadores Luiz Muller, da qual
é sócio honorário.
É homenageado em vida pela Pajada Gaúcha da Feitoria, em São
Leopoldo, com o Troféu Paulo de Freitas Mendonça, para o primeiro
lugar do festival.
Foi distinguido pela União Brasileira de Trovadores com a medalha
Jayme Caetano Braun, pela Casa do Poeta Rio-grandense com a
Medalha Jayme Caetano Braun, pelo Piquete 38 da Polícia Federal
com o Troféu 15 anos, pela Apadeg com a Medalha Aureliano de
Figueiredo Pinto, pela Associação Estampa y Memórias da Argentina
com o Troféu “Condor de Fuego” (único brasileiro homenageado
em todos os tempos) e pela municipalidade de Sapucaia do Sul,
no dia do repentismo, pela Comissão Gaúcha e Comissão Nacional
do Folclore como “Amigo do Folclore”. Recebeu da Assembleia
Legislativa do Rio Grande do Sul o Prêmio Vitor Matheus Teixeira
como Pajador do Ano de 2010.
Possui obras de sua autoria premiadas em importantes festivais
como Califórnia, Grito do Nativismo, Coxilha,Reonte, Festival
da Música Crioula de Santiago, Chamamento do Pampa, Ronco do
Bugio, Guyanuba e Cirio, entre outros.
Assina autorias em discos de José Claúdio Machado, Wilson Paim,
Délcio Tavares, Cristiano Quevedo, Os Araganos, Cheiro de Galpão,
Alma de Campo, Sul Tchê, Cantos de La Pátria Grande, Valther
Moraes, João Luiz Corrêa, Antonio Tarragó Ros, José Curbelo,
Juan Alberto Lalanne, Emanuel Gabotto, Fernando Hernandez Mor,
Querência, os Mateadores, entre outros.
Possui expressiva atução como radialista:
Atuou por dez anos na Rádio Liberdade FM –Viamão e Porto Alegre.
Atuou por 05 anos na equipe de cultura da Rádio Gaúcha AM –
Porto Alegre.
Atuou por 03 anos na Rádio Rural AM – Porto Alegre.
Apresentou por 06 anos o programa Galpão do Pajador em 20 emissoras
em 05 estados brasileiros.
Apresentou o programa Mateadas da TV Assembléia – Porto Alegre.
Apresentou especial de festivais na TV 2 – Guaíba – Porto Alegre.
Transmitiu e comentou duas edições do Desfile Farroupilha pela
TVE – Porto Alegre.
Participou dos programas de Televisão:
Galpão Nativo – TVE – Porto Alegre
Galpão Crioulo – RBSTV – Porto Alegre
Coisas do Sul – SBT – Porto Alegre
Câmera 2 – TV Guaíba – Porto Alegre
TV Cuiabá – Cuiabá – MT
Jornal da Globo – Rio de Janeiro
TV News – Rio de Janeiro
TV AZ 3 – Rio de Janeiro
Fogo de Chão - TV Bandeirantes – Porto Alegre
TV Barriga Verde – Lages - SC
Canal 20 – Santa Maria.
TV Maringá - Pr
Penha de Teresita – TV Uruguaia – Montevideo - Uruguai
Hecho em Panamá – Panamá
Especial de pajada para TV Nacional – Argentina
Especial sobre improviso – TV Espanhola – Espanha
Autores e Livros – TV Assembleia – Porto Alegre
Jornal do almoço - RBSTV– Porto Alegre
Porteira Aberta - TV Tradição - N. Hamburgo
Programa Pampa e Cerrado – Brasilia
Programa Raizes Puntanas – TV Telesatelital – Buneos Aires -
Argentina
Programa Sabatinada – TV Telesatelital – Posadas – Argentina
Programa Americando – TV Uruguaia - Uruguai
Como mestre de cerimônias tem apresentado os mais importantes
festivais do Rio Grande do Sul, além de eventos na Argentina,
a exemplo do Festival Internacional do Chamamé, de Corrientes.
Na condição de produtor cultural tem realizado grandes eventos
tanto no Brasil quanto no exterior.
Paulo de Freitas Mendonça é um integrador da cultura sem fronteiras,
participa de um grupo de pesquisadores da poesia oral improvisada
de quinze países e procura sempre aproximar os pajadores gaúchos
dos improvisadores das demais nações onde o verso improvisado
é vigente.
Seu conceito internacional transcende as margens do gauchismo
como definem alguns depoimentos sobre ele, extraídos de seu
livro Pajador do Brasil:
Eu considero que o trabalho de Paulo de Freitas Mendonça é,
e tem sido, um grande aporte ao desenvolvimento e o estudo do
patrimônio da arte da pajada. Cada cultor da décima na Ibero-américa
tem alguma dívida com Paulo, que tem sido importante referente
destes cantares em território brasileiro.
Pedro Yáñez
Pajador – Chile
Sensível à honra de poder ter tido o privilégio de conhecê-lo
em finais de setembro de 2007, por altura das tradicionais Festas
do Império de São Carlos, um curato da freguesia de São Pedro
de Angra do Heroísmo, território da banda ocidental desse importante
burgo terceirense.
Efetivamente desde essa data festiva, nesta terra açoriana,
também ela sentido a alma brasileira porque carregada de história
universal, sempre que cruzamos e desenvolvemos as nossas paixões
por estas questões relacionadas com a Cultura Popular, berço
da expressão que hoje evolutiva e evolutivamente a conhecemos.
Victor Cardoso
Pesquisador
Angra do Heroísmo – Iha Terceira – Açores – Portugal
Paulo de Freitas Mendonça, a quem conheço por suas exposições
em eventos internacionais e produção sonora, porta significativamente
o maior e o melhor conhecimento da poesia tradicional, pois
reúne as condições imelhoráveis de estudioso pesquisador e de
cultor.
Lic. César Huapaya Amado
Pesquisador da Décima – Lima – Peru
O pajador é a voz do povo, seu defensor e seu guia. Paulo de
Freitas Mendonça defende essa tradição, a da voz do humilde,
a da voz do povo e é um grande pesquisador já consagrado nas
lides do verso improvisado.
Francisco Enrique Durán
Mestre em Educação Musical,
Diretor de Banda de Música e Músico do repentismo oral.
O pajador, primeiro jogral dos povos, primeiro portador das
notícias através de sua voz e seu violão, tem deixado criações
verdadeiramente notáveis, por meio de uma poesia que no tempo
foi marcando verdades, histórias, denúncias, súplicas e tantas
outras formas de expressão que converteram ao seu canto um reservatório
cultural sumamente transcendente ao longo do tempo.
O Brasil tem em Paulo um embaixador permanente deste ramo da
cultura, que não tem medido esforços para levar essa bandeira
da arte a distintos países do mundo, onde sua mensagem sempre
tem se destacado por sua qualidade e conteúdo.
Héctor Asef
Jornalista – Tres Arroyos – Argentina
Paulo é quem expressa os valores e as características artísticas
de sua região, aquelas custódias e transmissões dos antigos,
seus antepassados, através do tempo.
Paulo sempre me aparece como um homem de espetáculo, de personalidade
forte, seguro ao criar versos, em sua expressão e em sua muito
boa canção.
Mauro Chechi
Cantastorie – Itália
Em nossos contatos internacionais temos o prazer de contar
com a colaboração de Paulo de Freitas Mendonça, a quem considero
um dos estudiosos sobressalentes do panorama internacional da
poesia oral improvisada.
Pepe Criado
Folclorista – Turón – Granada – Espanha
Faz alguns anos que cheguei pela primeira vez ao Brasil, pela
mão do pajador oriental José Curbelo, convidados pelo pajador
Paulo de Freitas Mendonca. Em pouco tempo gravamos uma obra,
os três juntos, para perpetuar este humilde trabalho e a amizade
entre nossos países de origem.
Naqueles instantes falamos com Paulo da preocupação que nos
significava sabermos tão pouco uns dos outros, da falta de livros
que abordavam o tema e o possível resgate de uma cultura tão
comum a nossas pátrias.
Hoje, aquele sonho-projeto se faz realidade, graças ao trabalho
de um homem cabal, respeitoso e estudioso, que tem levado a
bandeira do canto do Brasil a muitas partes do mundo.
Marta Suint
Pajadora – Mar del Plata – Argentina
Paulo de Freitas Mendonça não é apenas um pajador conhecido
no Brasil e em muitos outros países, onde se apresenta nos representando.
Mendonça é o grande responsável pela evolução da pajada no Brasil.
Eu me tornei decimista nesta mesma escola.
Derly Silva
Poeta, Trovador e Decimista – São Leopoldo – RS – Brasil
Quando conheci o distinguido pajador do Brasil, Paulo de Freitas
Mendonça, fiquei impressionado por sua forma de expressar a
décima e como, com tanto amor e respeito, enaltece sua tradição
pajadoril.
Arcadio Camaño
Cantor de Mejorana – Panamá
Tenho a honra de compartilhar congressos internacionais (referente
a arte do verso improvisado) realizados na Argentina, Venezuela
e Espanha com Paulo de Freitas Mendonça. Neles pude constatar
o rigor científico de seus trabalhos e seu empenho por fazer
conhecer a cultura de sua pátria.
Abel Zabala
Pesquisador da cultura nativa da Argentina –
Urdampilleta – Província de Buenos Aires – Argentina
Tenho compartilhado com ele de encontros de improvisadores
em muitas partes do mundo, onde tem ministrado magistrais conferências
sobre a poesia improvisada do Rio Grande do Sul e de outras
regiões do Brasil.
José Curbelo
Pajador uruguaio, radicado na Argentina
É de suma satisfação, felicidade, prazer e alegria conhecer
tão insigne pajador brasileiro que deixa a Pátria Grande do
Sul sempre em alto, em cada um dos eventos internacionais que
tem participado. Eu, como humilde galeronista e “pajador”, me
sinto honrado por ter te conhecido e em cada uma das tuas apresentações
decimistas sinto ensinamento de mestre pajador, do mentor sincero,
do irmão de luta, defensor da herança ibero-americana da décima
ancestral. Benção e êxito.
Ernesto Da Silva
Galeronista “el Ciclón de Margarita”
Ilha Margarita – Venezuela
Na qualidade de improvisador açoriano, considero a pesquisa
do meu colega Paulo de Freitas Mendonça da maior pertinência
para o improviso mundial. Normalmente as tradições de cariz
popular carecem de estudos aprofundados. O Pajador do Brasil
é um subsídio importante para a compreensão dos mecanismos subjacentes
ao improviso em geral.
José Eliseu Costa
Cantador - Angra do Heroizmo – Ilha Terceira – Açores – Portugal
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